Uma trajetória marcada 

pela armazenagem de grãos




Muitos capítulos da história da Cooperalfa tratam dos esforços para armazenar a produção do agricultor. Logo após a fundação da Cooperativa Mista Agropastoril de Chapecó – Cooperchapecó, em 1967, dispunha-se apenas de boa vontade e pequenos espaços alugados para o atendimento ao associado.



Início foi no chão da Efapi


Em sua primeira safra, em janeiro de 1968, a cooperativa armazenou nos pavilhões da Efapi, em Chapecó-SC, 300 mil sacas de feijão. Uma balança de 500 quilos, uma pequena máquina de limpeza e um aparelho medidor de umidade a vapor, eram as tecnologias disponíveis. O aparelho levava uma hora para indicar a umidade do grão. O jeito era conferir a umidade do feijão no dente e a do milho na unha. A experiência era tanta, que funcionava. O piso de concreto servia como secador.



O recebimento da produção acompanhava o crescimento da cooperativa. Diante da dificuldade de conseguir crédito para construir um sistema próprio de armazenagem, buscava-se espaços na cidade. Ao incorporar uma cooperativa de produtores de erva-mate, a Cooperchapecó herdou um barracão, que passou a ser usado para depositar os grãos. Por fim, foram utilizados os armazéns da antiga Cibrazen, no centro de Chapecó.

Primeiros Armazéns


Em outubro de 1970, o presidente Aury Bodanese acertava os detalhes para a construção de armazéns e escritórios daquela que viria a ser a sede própria da Cooperchapecó. Em 12 de janeiro de 1970, a cooperativa adquiriu da empresa Bertaso Ltda a chácara número 02, uma área de 24 mil metros quadrados, localizada no prolongamento Norte da rua Fernando Machado, em Chapecó- SC.


Logo depois de escriturado o imóvel, 10% do terreno foi tomado por canteiros de obras dos primeiros armazéns da cooperativa. Com capacidade para 300 mil sacas, as construções foram consideradas "elefantes brancos" na época. Seis meses depois, porém, a Cooperchapecó começou a levantar um novo armazém de igual capacidade. A safra de 1972 foi guardada nele.


Nos anos que se seguiram, a Cooperchapecó precisou, por várias vezes, ampliar sua capacidade armazenadora, para atender a crescente demanda do quadro social.



                 



Surge a maior cooperativa catarinense



Em 1974, a Cooperchapecó uniu-se à Cooperativa Mista Agrícola Xaxiense, de Xaxim-SC. Naquela data, tornou-se a maior cooperativa agropecuária de Santa Catarina. A nova sociedade, resultante da fusão, foi denominada Cooperativa Regional Alfa Ltda, ou Cooperalfa. Com a adição dos armazéns no centro de Xaxim, a capacidade de armazenagem aumentou. A fusão representou um grande salto na estrutura de armazéns, ampliando também a área de atuação, para Quilombo, Coronel Freitas e Nova Erechim. A inauguração do silo de Quilombo, em 1977, representou outro marco na história da cooperativa.


Em 1981, a Cooperalfa contava com uma capacidade total de armazenagem de 70.200 toneladas. Ao longo da década de 1980, continuou a caminhada na ampliação de armazéns, investindo nos municípios de Xaxim, Nova Erechim, Coronel Freitas e Caxambu do Sul.


A construção de um silo em Campo Erê marcou a década de 1990. Em seguida, o grande investimento foi a aquisição da estrutura completa de armazenagem da CooperPindorama, de Xanxerê, e a ampliação do complexo de Linha Tomazelli, Chapecó-SC.




Expansão para o Extremo-Oeste



A incorporação da Cooper São Miguel, em 2001, resultou em outro grande incremento para o setor de armazenagem, aumentando em 35% o conjunto de unidades armazenadoras. A Cooperalfa herdou as estruturas de São Miguel do Oeste, Guarujá do Sul, São José do Cedro, Palma Sola e Rio Verde-PR.


Logo após a inserção no Extremo-Oeste, os investimentos continuaram em ritmo acelerado, com a construção de mais um silo em Bom Jesus, a aquisição de uma unidade armazenadora em São Domingos e a construção de pontos de recebimento de grãos em São Lourenço do Oeste e Abelardo Luz.

Alfa avança para o Planalto Norte



A partir de 2004, a Cooperalfa ampliou suas fronteiras para o Planalto Norte catarinense. Alugou várias unidades da Coopercanoinhas, iniciando uma sólida caminhada para se estruturar na região. O primeiro grande investimento foi a construção de uma unidade armazenadora completa em Canoinhas, com capacidade para 540 mil sacas.


Após dez anos de trabalho no Planalto Norte, a Cooperalfa incorporou a Coopercanoinhas e já contava com silos espalhados por vários municípios da região.




Mais grãos no Mato Grosso do Sul



Em 2014, a Cooperalfa adquiriu uma unidade armazenadora no município de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Logo depois, investiu em Sidrolândia e Nova Alvorada do Sul, visando ampliar a compra de grãos e atender tecnologicamente o agricultor da região.



                   



                    

Evolução Constante



Em 50 anos de história, além de evoluir na capacidade estática, o sistema de armazenagem da Cooperalfa cresceu também em tecnologia, automação, conservação dos cereais e preservação ambiental. A evolução no recebimento da produção e na capacitação dos funcionários também é crescente.




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