Pesquisa & Projetos



De fábricas de banha a agroindustrias internacionais: 

a construção da cultura agroindustrial de Chapecó



Esta pesquisa foi aprovada no Edital Municipal de Fomento e Circulação das Linguagens Artísticas de Chapecó 2019, sendo um desdobramento do projeto “Entre trilhas e Caminhos: a importância do tropeirismo no desenvolvimento de Chapecó”, aprovado no Edital de Linguagens 2018.


Tem como objetivo registrar, salvaguardar e difundir a história da construção da cultura agroindustrial de Chapecó, a partir da realização de entrevistas com famílias do município, pesquisas em acervos particulares, arquivos e espaços de pesquisa. Será elaborada uma cartilha, que vai ser distribuída gratuitamente junto com a circulação de uma exposição fotográfica, que terá 15 imagens.


A exposição circulará por no mínimo 8 escolas da rede pública de ensino de Chapecó, 2 grupos de idosos, 2 universidades, no programa Verde Vida e para colaboradores de uma agroindústria; além de ficar disponível para empréstimo gratuito a qualquer instituição interessada.A pesquisa começou em maio de 2019 e tem previsão de encerrar em abril de 2020.

​​Aspecto geral do Frigorífico Marafon por volta de 1966.  Fonte: Álbum do Cinquentenário de Chapecó



Será elaborada uma cartilha, que vai ser distribuída gratuitamente junto com a circulação de uma exposição fotográfica, que terá 15 imagens. A exposição circulará por no mínimo 8 escolas da rede pública de ensino de Chapecó, 2 grupos de idosos, 2 universidades, no programa Verde Vida e para colaboradores de uma agroindústria; além de ficar disponível para empréstimo gratuito a qualquer instituição interessada. 


A pesquisa começou em maio de 2019 e tem previsão de encerrar em abril de 2020.



Entre trilhas e caminhos: a importância do tropeirismo no desenvolvimento de Chapecó



“Entre Trilhas e Caminhos” é um projeto de pesquisa contemplado no Edital Municipal de Fomento e Circulação das Linguagens Artísticas de Chapecó 2018. Foram realizadas 17 entrevistas e encontradas mais de 60 imagens históricas do tema, resultando em uma exposição fotográfica e numa cartilha.


Cerca de 100 exemplares da cartilha contém CD com a narração do texto, para que pessoas com deficiência visual ou alguma dificuldade de leitura possam ter acesso a pesquisa. Todo esse material produzido e pesquisado foi doado ao CEMAC.


A analise do material pesquisado demonstrou como Chapecó foi uma das cidades que se formou ao longo de um caminho de tropas, especialmente porque era local de pouso.


As entrevistas e documentos revelaram também que o desenvolvimento de Chapecó, conhecida como Capital Nacional da Agroindústria, teve grande influência do tropeirismo de porcos, que fomentou a criação dos primeiros matadouros e frigoríficos.

        Tropa de porcos em Chapecó. Detalhe de homem na frente largando grãos de milho                  para atrair os animais / Fonte: Zolet (2006)



No lombo das mulas e junto aos tropeiros de porcos não circularam apenas mercadorias, mas também a cultura tropeira, que foi difundida em toda nossa região. O movimento do tropeirismo se estendeu do século XVII até meados do século XX, por volta de 1960. No entanto, as práticas culturais dos tropeiros estão presentes nos costumes do nosso dia a dia, especialmente através das rodas de chimarrão e do churrasco de fogo de chão.



Cooperação como Herança



A história de 50 anos de cooperação no Oeste de Santa Catarina e a evolução da agropecuária contada a partir de seus próprios atores é a temática principal do livro Cooperação como Herança, lançado em 20 de dezembro de 2017.  


A publicação é  resultado de 319 horas de gravações, material coletado a partir de 86 entrevistas com famílias agricultoras e 108 entrevistas com atores importantes no desenvolvimento do cooperativismo. Os conteúdos derivaram ainda de 908 páginas de manuscritos, além da utilização de informações de mais de 30 entrevistas de arquivo do Cemac – Centro de Memória Alfa MaxiCrédito. Para fonte de pesquisa foram consultadas 9.300 páginas de jornal. Para o projeto, foram produzidas mais de oito mil fotografias. No total, a equipe de pesquisa percorreu 9.359 quilômetros. O projeto Cooperação como Herança (exposição e livro) foi realizado com recursos da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, via Ministério da Cultura. A Cargill é o apoiador financeiro do projeto. A empresa Liga Produção de Porto Alegre conduziu o trabalho. 

                                    



O projeto Cooperação como Herança (exposição e livro) foi realizado com recursos da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, via Ministério da Cultura. A Cargill é o apoiador financeiro do projeto. A empresa Liga Produção de Porto Alegre conduziu o trabalho. 


Além da versão impressa tradicional, 1.000 exemplares foram destinados para portadores de deficiência visual, para que possam acessar o conteúdo, com capa em braile e audiolivro. 



Capítulo no Livro “Chapecó 100 anos: histórias plurais”




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O livro “Chapecó 100 anos: histórias plurais” foi publicado pela Editora Argos e organizado por Mirian Carbonera, André Luiz Onghero, Arlene Renk e Ademir Miguel Salini, em 2017. A obra tem 16 capítulos, elaborados por mais de 30 pesquisadores de Chapecó e região. Estes abordam diferentes aspectos da constituição da cidade centenária como política, economia, colonização, as etnias, o esporte, o espaço urbano, entre outros. Elisandra Forneck e Aline Maisa Lubenow, historiadoras do Centro de Memória Alfa/MaxiCrédito - CEMAC, são as autoras do capítulo intitulado “Cooperativismo, modernização agrícola e desenvolvimento econômico no oeste catarinense”.



Livro Sicoob MaxiCrédito 30 anos: Sementes da Cooperação





Entre 2014 e 2015, o Cemac contribuiu com pesquisa para o livro comemorativo aos 30 anos do Sicoob MaxiCrédito, de autoria de Julmir Cecon. A publicação com 234 páginas trata não apenas de fatos históricos, mas traz para o público uma abordagem sobre os principais avanços do cooperativismo brasileiro e catarinense, depoimentos de nomes importantes no cenário, associados e funcionários que viram a evolução da instituição.


Toda a história está distribuída em quatro capítulos, ilustrados por árvores que representam como o cooperativismo atua na sociedade: bracatinga, erva-mate, ipê-amarelo e o pinheiro araucária.


Clique na capa e acesse o livro digital.


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Publicação de Artigos





Publicação de dois artigos artigo no periódico “Cadernos do Ceom, v. 25, n.36, Documentos: da produção à historicidade”. Um dos artigos foi escrito pelas historiadoras do CEMAC Elisandra Forneck e Aline Maisa Lubenow, e pelo historiador do Ceom/Unochapecó, Ademir Miguel Salini, com o título de “Centro de Memória Cooperalfa/Sicoob MaxiCrédito: reflexões sobre um projeto de memória institucional”. Veja clicando aqui


O outro foi escrito pela historiadora do CEMAC Elisandra Forneck e pelo professor Dr. da UFSC,  Elison Antônio Paim, com o título de “ Reflexões sobre memórias cooperativistas”. Acesse clicando aqui





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Higienização, organização e digitalização do acervo jornalístico






Em seu acervo, o CEMAC possui jornais de circulação estadual que abordam a temática agropecuária e cooperativa: Jornal da produção, Jornal Elo Cooperativo, Jornal do Agricultor, O Cooperalfa, Informativo Cooper São Miguel e Informativo Sicoob MaxiCrédito. São exemplares publicados entre 1974 até o presente. Como não são muitos os jornais de abrangência estadual que abordam o contexto político, social, cultural e econômico que envolve todo o sistema cooperativo e a cadeia agropecuária, eles são muito importantes para pesquisas na área. São mais de 9 mil páginas de jornais que foram higienizadas e digitalizadas. A próxima etapa é adquirir um software para disponibilizar esse acervo de forma gratuita a comunidade em geral.


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Organização do acervo fotográfico 






O acervo de imagens do CEMAC possui mais 15 mil fotografias físicas e mais de 100 mil fotografias digitais. Cerca de 20 mil imagens já foram organizadas; as demais, estão em processo. São imagens que retratam a evolução da agropecuária familiar, a história do cooperativismo e o força dos valores da cooperação. Na atualidade, o acervo está disponível para acesso somente no Cemac. Em alguns anos, quando estiver todo organizado, pretende-se disponibilizar parte desse acervo à pesquisa na internet, para qualquer pessoa que tiver interesse.

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Constituição do acervo de história oral



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Desde o início dos trabalhos do CEMAC, até dezembro de 2017, foram realizadas 180 entrevistas com fundadores, associados, colaboradores, famílias agricultoras e outros personagens importantes na história da agropecuária e do cooperativismo catarinense.  Estas entrevistas também estão disponíveis para pesquisa. Outras entrevistas já estão programadas para serem realizadas e enriquecer ainda mais o acervo do Cemac.





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