Grãos, o coração da Alfa

Publicado em 03 de agosto de 2018

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Leia esta reportagem completa na edição de agosto da Revista Cooperalfa

Cinquenta anos atrás, a Cooperalfa foi fundada com o objetivo de comprar, armazenar e vender grãos. Desde então, os silos tem sido o órgão vital da cooperativa. Um sistema que cresceu embalado pelo aumento da produtividade no campo e pelo desenvolvimento de uma sólida indústria de proteína animal. A Cooperalfa possui hoje a maior capacidade estática para armazenagem de grãos de Santa Catarina e vem se consolidando também nos outros estados em que atua. O compromisso com a qualidade e a credibilidade do associado tem feito esse coração bater cada vez mais forte e saudável.

Pela tela do celular o gerente de cereais da Cooperalfa, Luis dos Santos, confere várias vezes ao dia a temperatura da massa do grão em várias das 60 unidades armazenadoras, entre silos, armazéns e pontos de recebimentos espalhados pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. Isso é possível porque os silos estão equipados com sensores de termometria. Esta é uma das muitas mudanças recentes que a tecnologia tem provocado no sistema de armazenagem de grãos. Aos poucos, o setor está ficando cada vez mais high tech e eficiente.

Enquanto, mesmo à distancia, o gerente confere as condições da armazenagem, nas unidades os funcionários executam carga, descarga e manejo dos produtos dentro de verdadeiras salas de comando. No silo de Xanxerê, Santa Catarina, inaugurado há três anos, Mateus Lopes, de 24 anos, opera toda a unidade pela sala de comando com a mesma facilidade como se estivesse jogando vídeo game. Ele aprendeu rápido a operar o sistema e essa é uma das características exigidas por setores em que a tecnologia tem alterado abruptamente o modo de executar os trabalhos.

No passado, em um silo como o de Xanxerê, para girar 330 mil sacas em 24h, seriam necessárias pelo menos 30 pessoas. Hoje, tendo a tecnologia como braço direito, esta unidade é operada por apenas 10 funcionários. Além da produtividade no trabalho, as inovações tecnológicas multiplicaram a segurança de quem trabalha nos silos. “O sistema pode até funcionar automaticamente, por fluxo. Qualquer problema identificado pelos sensores para tudo e indica exatamente onde deve ser feito o reparo”, explica o gerente da unidade Everton Viega. “Poucos anos atrás seria preciso procurar onde estava o problema”, exemplifica. No sistema tradicional os elevadores são operados por espia, enquanto nos silos modernos basta




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