Manejo é tudo no trigo

Publicado em 24 de maio de 2018

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Em fase inicial de planejamento da cultura de trigo, precisa-se observar alguns parâmetros técnicos para uma correta e planejada implantação dessa tão importante cultura. O engenheiro agrônomo Juliano Mezzalira, de Erechim, destaca os passos a serem observados para um bom manejo do trigo.

Primeiro passo

Definir a cultivar a ser implantada, visando a demanda do mercado consumidor. A Alfa auxilia nessa análise. Em seguida, dar ênfase à importância do tratamento de sementes com inseticidas e fungicidas, olhando-se para os registros, bem como, saber qual o foco a ser controlado. Observar pulgões na fase inicial de trigo, manchas e oídio. “Com o tratamento de sementes, consegue-se minimizar os problemas”, alinha o agrônomo de Erechim Juliano Mezzalira.

Passo II

Observar a presença de ervas daninhas, identificando se são de folhas largas ou estreitas, afim de usar o herbicida correto. Atenção especial ao azevém. Mezzalira alerta que se a área tem histórico da erva, a dose é altamente importante, “bem como, em qual estádio da erva deve ser controlada”.

Passo III

Em se tratando de doenças, olhar muito o clima, temperatura e umidade do ar “a fim de entendermos em qual situação temos maior suscetibilidade”, diz o agrônomo. “Sugiro que se estudem os fungicidas com registro no MAPA e que se siga orientação técnica com extrema ética”, aponta Mezzalira. As principais doenças da cultura do trigo são: Oídio, Ferrugem, Manchas foliares e Giberela. Para as três primeiras, há controle químico com excelentes produtos. Para a última, a equipe Alfa entende que a condição climática é a mais importante para a presença da mesma, ou não. “Se tivermos alto período de molhamento em plena floração da cultura, certamente teremos a presença da Giberela”, crê Juliano.

Passo IV

Outro fator importante é conhecer o momento do espigamento da cultivar de trigo, para otimizar o plantio, escapando da última geada, caso tenha previsão para tal. Vale ressaltar que, para quem tem o hábito de dessecar trigo em pré-colheita, que utilize única e exclusivamente produtos que possuem registro no Ministério da Agricultura. “Isso evita complicações”.

Julmir Cecon – Assessoria de Imprensa Cooperalfa




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