Agricultura familiar, protagonista contra a fome

Publicado em 25 de abril de 2018

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A bioeconomia pode ser de grande ajuda nos esforços frente aos problemas mundiais como a fome, a pobreza e a mudança climática “se ela for feita por e para os agricultores familiares”, assegurou n diretora-geral adjunta da FAO para Clima e Recurso Naturais, Maria Helena Semedo, ao intervir na Cúpula Mundial de Bioeconomia que se realizou em Berlim, nesta quarta-feira, 25 de abril.

Uma bieconomia sustentável, segundo Semedo, “se baseia antes de tudo na natureza e as pessoas que cuidam e produzem biomassa”. Isso significa os agricultores familiares, os habitantes das florestas e os pescadores, que a sua vez são “possuidores de valorosos conhecimento sobre como gerir os recursos naturais de forma sustentável”.

“Juntos, aproveitemos o desenvolvimento de uma bioeconomia sustentável para todos e não deixemos a ninguém marginalizado”, disse Semedo, destacando em como os estados-membros da FAO e outros sócios nos setores convencionais da bioeconomia: agricultura, silvicultura e pesca, mas também tecnologias relevantes como a biotecnologia e a tecnologia da informação a serviço dos serviços agrícolas.

A bioeconomia alude a uma economia que usa biomassa no lugar de recursos fósseis para produzir alimentos e bens não alimentares, como bioplásticos e produtos farmacêuticos. Semedo explicou que a inovação desempenha um papel chave nos setores “bio”, pelo que devemos assegurar de que todo o conhecimento – tradicional e novo – se compartilha e respalda por igual.

Os estudos mais recentes mostram que ao redor de 815 milhões de pessoas no mundo ainda padecem de subalimentação crônica, mas produzindo-se alimentos suficientes para as necessidades do planeta, o problema pode ser a falta de acesso. “A bioeconomia pode melhor o acesso aos alimentos, por exemplo, mediante as rendas adicionais derivadas da venda de produtos biológicos”, indicou Semedo.

Fonte: Agrolink




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