Prepare-se para o plantio do trigo

Publicado em 21 de fevereiro de 2018

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Chegou a hora de fazer a reserva das variedades de trigo na Cooperalfa e garantir as sementes para a safra deste ano. Isso é para você, que decidiu acreditar nesta cultura como uma grande oportunidade de negócio para o inverno de 2018. Afinal, quando está todo mundo desistindo...fazer diferente e ir na contramão pode ser uma grande sacada.  Veja o que diz o assistente comercial da Cooperalfa sobre este assunto.

Na contramão da indústria de trigo, está a produção deste cereal pelos associados, no que se refere ao ritmo de crescimento. Nos últimos três anos, enquanto cresce o volume de industrializados (farinhas), cai o volume de grãos produzidos no campo, especialmente entre os associados. “E não é isso que a cooperativa quer e precisa”, observou o assistente comercial da Cooperalfa, Luiz Henrique Kessler.

Na safra 2017 a Cooperalfa recebeu entorno de 42 mil toneladas de trigo e processou 132 mil toneladas. Ou seja, com um déficit grande e crescente, aumenta ano a ano a dependência da cooperativa por fornecedores externos. “E não foi com esse propósito que a Alfa implantou as suas indústrias décadas atrás”, comentou Kessler. Antigamente a Cooperalfa conseguia abraçar todo o ciclo da cultura do trigo, unindo a missão do agricultor de produzir com a tecnologia industrial de transformação do trigo em farinha.  “Facilitando assim o controle e garantia de qualidade da matéria-prima ofertada pelos associados”, observou. Afinal, o cuidado começa no campo, com a escolha das melhores variedades e o trabalho dedicado dos agricultores, que resulta em um produto de alta qualidade.

De acordo com o assistente comercial da Alfa, a redução de área plantada dos últimos anos se deve ao alto grau de risco da cultura, as perdas de produtividade por fatores climáticos, aos altos custos de produção e as incertezas nos preços e a rentabilidade da atividade, que se repetem a cada safra. Este ano, o produtor poderá ainda ser influenciado pela frustração da safra 2017 (quebra de até 30%, redução de área e produtividade), ocasionada pelas condições climáticas desfavoráveis. “Apesar do manejo adequado da lavoura, no ano passado, houve uma combinação de fatores como falta de chuva, geada e excesso de chuva, que prejudicou o desenvolvimento do trigo”, justificou kessler. Mas, para este ano, de acordo com as previsões, o fenômeno La Ninã deverá se manter até meados de 2018. Segundo Luiz, se efetivamente se confirmar a condição de La Niña será favorável ao trigo. “Que gosta de chuva para germinar e aplicar ureia, depois tempo seco e frio de preferência”, comentou.

Assessoria de Imprensa Cooperalfa




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