Baixa disponibilidade de milho impulsiona preços

Publicado em 20 de fevereiro de 2018

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De acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, a dinâmica altista permanece no mercado físico do milho brasileiro.

Segundo informações de mercado, a baixa disponibilidade de milho é o fator chave das valorizações. Ainda que os estoques de passagens sejam robustos, produtores locais não demonstram interesse em comercializar milho. Nos últimos dias, inclusive, os produtores que necessitavam fazer caixa e realizar alguns pagamentos aproveitaram os bons preços da soja na CBOT (Bolsa de Chicago/Estados Unidos) para negociar a oleaginosa no físico, restringindo ainda mais o ímpeto de vendas.

O frete mais alto, por conta da colheita de soja no restante do país, também impede a entrada de milho de outros estados (tributado) e os intermediários, que ainda possuem estoques, optam por negociar lotes pequenos.

“Alertamos para o fato que as chuvas dos últimos dias seguem dificultando a colheita e que os grãos que chegam, consequentemente, acabam ficando fora de padrão (umidade alta). No front externo, a preferência pela soja também continua”, conclui o analista a T&F, Luiz Fernando Pacheco.

Agrolink




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