Para escoar excedente exportável, suinocultura precisará ampliar destinos

Publicado em 05 de janeiro de 2018

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Estudo do Cepea indica que o consumo doméstico de carne suína pode aumentar 1,63% em 2018, o que corresponde a 49,6 mil toneladas a mais frente ao estimado para 2017. Esse incremento na demanda tem como base o cenário mais conservador de crescimento do PIB previsto pelo Banco Central do Brasil (BC), de 0,62% em 2018. Já dentro da porteira, o Cepea calcula aumento de 2,38% na produção de carne suína. Com isso, os excedentes exportáveis seriam 5,27% superiores em 2018 frente ao ano anterior. Neste contexto, o desafio da suinocultura nacional neste ano será ampliar os destinos da carne brasileira no mercado externo. Em 2017, os maiores importadores da carne suína brasileira foram Rússia, Hong Kong e China, que, juntos, adquiriram 68,4% de todo o volume embarcado até novembro. Caso o consumo nacional de carne suína aumente mais, a quantidade de excedentes exportáveis tende a aumentar menos. Quanto ao cenário doméstico, as possíveis recuperação da economia e retomada do crescimento em 2018 tendem a elevar o consumo geral da população. Com isso, a expectativa é de aquecimento na demanda por carnes.

 

Fonte: www.cepea.esalq.usp.br




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