AP: Artêmio saiu na frente em Gaurama-RS

Publicado em 26 de janeiro de 2018

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A lavoura do agricultor Artêmio Zanitte, casado com Ilse e pai de Rafael e Adriane, de Linha Lucerosa – Gaurama (RS), não é mais a mesma depois que ele implantou as técnicas de Agricultura de Precisão (AP) do projeto Fertialfa. No dia da reportagem, 11 de janeiro, a lavoura estava com 75 dias e o vigor das folhas era de encher os olhos “Está difícil até de entrar na lavoura, de tanta soja que veio”, comemorou o associado daquele município gaúcho.

O gerente da filial de Gaurama, Marcio Celuppi, informou que a unidade, aberta em abril de 2017, conta com 72 associados e, desse total, seis fazem AP, o equivalente a 220 hectares aproximadamente, número expressivo se comparado com um total de 2 mil hectares de área agricultável da regional. Artêmio foi o primeiro a aceitar o convite dos técnicos da filial para participar do Fertialfa, um projeto que promove a correção do solo com extremo profissionalismo, uma ferramenta primordial para o melhor aproveitamento da área. O engenheiro agrônomo e supervisor técnico do Alto Uruguai gaúcho, Juliano Mezzalira, explica que a agricultura de precisão melhora o perfil do solo em profundidade, para que a raiz da planta consiga absorver os nutrientes e água. “Assim há o aumento de produtividade e redução de custos com fertilizantes, sem a necessidade de maquinários modernos”.

Mezzalira ainda chamou atenção para as vantagens econômicas desse projeto. Até a safra passada (2016/17) Artêmio conseguia, numa área de 15 hectares de soja, obter produtividade média de 60 sacas/hectare. Com a agricultura de precisão ele pretende colher pelo menos 80 sacas/hectare, o que representará um incremento de produção de 300 sacas a mais, na mesma área. Segundo Juliano, para produzir essas 300 sacas a mais, com as mesmas produtividade e área, ele teria de adquirir mais cinco hectares de terra. “Gastaria cerca de R$ 250 mil para isso”. E para fazer Agricultura de Precisão em sua lavoura, ele investiu cerca de R$ 6 mil. Muito pouco, se comparado com o investimento que faria na compra de terra. “Com o incremento de produção, o produtor consegue cobrir os custos da lavoura”, complementou o agrônomo.

A agricultura de precisão consiste, basicamente, no mapeamento da área, coleta do solo, análise, interpretação dos dados e correta aplicação da adubação. Isso tudo associado a utilização de sementes tratadas Semealfa, dessecação no momento certo, velocidade ideal de plantio e o equilíbrio nutricional das plantas através do uso da técnica do DRIS (Sistema Integrado de Diagnose e Recomendação).  A rápida difusão da AP, entre os produtores ocorre devido ao custo-benefício. “A técnica pode ser empregada com as ferramentas que o agricultor dispõe na propriedade”, salientou o agrônomo Fábio Perego, da filial de Campinas do Sul-RS.

Leia a notícia completa na próxima edição (fevereiro) do Jornal O Cooperalfa

 




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