Industrialização da produção agrícola



A inauguração de um moinho de milho em 1979 marcou a entrada da Cooperalfa na fase da industrialização da produção agrícola. Mais tarde, a planta instalada junto à matriz, em Chapecó-SC, foi a base para as indústrias de trigo e soja. 


A indústria de derivados de milho processava 600 toneladas de farinha/mês. Em 1986 atingiu 2.300 toneladas mensais. Atendia o consumidor regional e os associados através do programa troca-troca. Com a expansão das vendas, chegou a toda a região Sul e Nordeste.


Durante três anos a indústria de milho trabalhou plenamente até começar a sofrer com a concorrência acirrada de moinhos da região Sudeste. A matéria prima no Oeste catarinense se tornou escassa e encareceu. 

O moinho de milho operou até maio de 2003, quando foi totalmente desativado. A produção de farinha e flocos de milho foi terceirizada. No entanto, a Cooperalfa ainda comercializa a sua marca própria, a Farinha de Milho Jubá.




Indústria de Milho Jubá marcou época na Cooperalfa



   



Em busca de novas alternativas



Até meados da década de 1980, a transformação dos grãos era um grande desafio. O Governo se responsabilizava pela compra do trigo no campo e por sua moagem. Em 1987, a cooperativa adaptou as instalações do moinho de milho para produzir farinha de trigo, atendendo a uma necessidade da época.


Inicialmente, a industrialização de trigo tinha como foco o programa troca-troca de moagem. Para cada saca de 60 quilos de trigo, o associado recebia 40 quilos de farinha. A cooperativa não cobrava o processo e ficava com o farelo. 





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